
Não é que vivo em eterna mutação,
com novas adaptações a meu renovado
viver e nunca chego ao fim
de cada um dos modos de existir.
Vivo de esboços não acabados e vacilantes.
Mas equilibro-me como posso,
entre mim e eu,
entre mim e os homens,
entre Deus em mim."
(Clarice Lispector)












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