LOVE SONG

MENSAGENS DE AMOR

1 de out. de 2009

Nós, mulheres!


Não, não me cabe aqui revelar-nos.
Mesmo por que, às vezes nem nós
nos entendemos. Choramos facilmente,
rimos com o coração. Nem sempre
quando dizemos "não" significa que
estamos dizendo "não." Muitas vezes,
quais crianças mimadas, só precisamos
que insistam um pouquinho...

Descobrimos que um sorriso pode
produzir milagres... e uma lágrima
também! Nada mais comovente que
uma mulher que chora, um sorriso
pode desarmar qualquer homem...
Damos à luz sob uma dor terrível e
nos esquecemos imediatamente
depois de termos nosso anjinho
nos braços.

Corajosas, frágeis e fortes, vamos
à luta sem capacete e sem espada.
Temos um coração ao lado do
cérebro. Não temos músculos, temos
garra. Quando nos oferecemos um
presente, não é porque temos a mania
compulsiva de gastar, mas porque
queremos nos consolar de alguma
coisa que falta na nossa vida. Somos
nossos próprios anjos protetores.

Como mulheres, agimos como mães
sempre, para os outros e para nós
mesmas. Não buscamos igualdade!
Mesmo se nós pudermos exercer
várias profissões, há emoções que
correm como turbilhões dentro de
nós que jamais poderão ser
experimentadas pelo sexo oposto,
há a dor e o prazer de oferecer a luz
do dia a um anjo!... Não... jamais
haverá igualdade! Cada um faz sua
parte, cada um tem a sua importância,
nem menor, nem maior, mas todos
somos importantes.

Senhores!!! Não estamos mais à espera
de príncipes encantados montados
em cavalos brancos! Há muito
entendemos que esses só existem nos
contos de fadas. O que queremos é
simplesmente sermos amadas. Nada
mais, nada menos. Não nos preocupamos
com músculos e caras, queremos
simplesmente alguém que possa nos
amar. Parece complicado e, portanto,
é tão simples: só precisamos ser amadas!
O resto a gente inventa depois!

Dentro de nós habita uma fadinha
romântica que nem os desenganos, nem
os casamentos e nem os anos poderão
matar. Talvez seja essa uma das
diferenças básicas entre um homem
e uma mulher: o duende morre mais
rápido, morre depois da conquista...

Nós, mulheres, seremos sempre... jovens,
idosas, maduras, imaturas, belas, feias,
dengosas, charmosas, mimadas, vaidosas
ou não... apaixonadas ou à espera...
mas sempre, sempre, vai pulsar no nosso
peito esse coração de mulher. Coração
que ninguém entende... mas que sabe
muitas vezes adivinhar a vida!
© Letícia Thompson

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