
Mayra
Há momentos em que nos deixamos levar
pelo coração e achamos que estamos
certíssimos, pois o coração não se engana.
Se contrapõe a razão e nos diz que
não existem condições necessárias
para que dê certo.
Há momentos na vida que literalmente
a opção é o uso da razão, e os nossos
sentidos são os motivos que nos serão
cobrados no arrependimento do uso
da razão.
Também não se pode garantir que em
usando a razão tudo irá dar certo.
Fiquemos nús na frente de um espelho.
Teremos duas pessoas, o real (razão) e o
seu reflexo, o falso (instinto).
Qual o verdadeiro dos dois?
A razão, podemos afirmar.
Mas no reflexo do espelho podemos encontrar
defeitos aos quais os olhos da razão
não enxergaria.
O instinto acusa: Eu bem avisei...,
não é este o caminho...e etc,etc.
Doce dilema.
Não sei o que voce pensa sobre tudo isso.
E se eu tivesse que escolher,
aos olhos de uma decisão a tomar,
apostaria Águia na cabeça.
Chorar é um santo remédio.
A velha discussão filosófica
da Razão e o Instinto.
Há momentos em que nos deixamos levar
pelo coração e achamos que estamos
certíssimos, pois o coração não se engana.
Se contrapõe a razão e nos diz que
não existem condições necessárias
para que dê certo.
Há momentos na vida que literalmente
a opção é o uso da razão, e os nossos
sentidos são os motivos que nos serão
cobrados no arrependimento do uso
da razão.
Também não se pode garantir que em
usando a razão tudo irá dar certo.
Fiquemos nús na frente de um espelho.
Teremos duas pessoas, o real (razão) e o
seu reflexo, o falso (instinto).
Qual o verdadeiro dos dois?
A razão, podemos afirmar.
Mas no reflexo do espelho podemos encontrar
defeitos aos quais os olhos da razão
não enxergaria.
O instinto acusa: Eu bem avisei...,
não é este o caminho...e etc,etc.
Doce dilema.
Não sei o que voce pensa sobre tudo isso.
E se eu tivesse que escolher,
aos olhos de uma decisão a tomar,
apostaria Águia na cabeça.
Chorar é um santo remédio.
A velha discussão filosófica
da Razão e o Instinto.
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